No controle de insetos voadores em ambientes que lidam com alimentos, não basta avaliar apenas a eficiência da captura. O material do equipamento também faz diferença, especialmente em locais que exigem limpeza frequente, desinfecção e boa aparência ao longo do tempo.
Em cozinhas profissionais, supermercados, açougues, panificadoras e indústrias alimentícias, a armadilha luminosa precisa suportar uma rotina intensa sem perder desempenho nem comprometer a higiene do ambiente. É nesse ponto que a CAPTOR® se destaca.
A armadilha luminosa para insetos voadores por sucção CAPTOR® foi desenvolvida para unir eficiência, durabilidade e praticidade. E isso começa pela escolha do material.
A Anvisa estabelece que equipamentos e superfícies em áreas de alimentos devem ser feitos de materiais que não transmitam substâncias tóxicas, sejam resistentes à corrosão, suportem repetidas operações de limpeza e desinfecção e apresentem superfícies lisas, impermeáveis e laváveis. Embora a armadilha luminosa não entre em contato direto com o alimento, ela faz parte de um ambiente em que esses critérios são fundamentais.
O diferencial do plástico de engenharia ABS/PC
A CAPTOR® utiliza plástico de engenharia ABS/PC, um material que oferece vantagens importantes para operações profissionais. Trata-se de uma solução atóxica, de baixa porosidade, fácil de limpar, resistente ao uso e menos suscetível aos problemas típicos de materiais que oxidam ou se degradam mais facilmente.
Na prática, isso significa uma armadilha com maior durabilidade, menor risco de corrosão e manutenção mais simples ao longo do tempo. Para empresas que precisam manter um ambiente limpo, funcional e visualmente bem cuidado, esse é um diferencial importante.
E o aço inox?
O aço inox é tradicionalmente visto como uma referência de qualidade em muitos contextos sanitários. No entanto, seu custo elevado pode dificultar a adoção em larga escala. Além disso, dependendo da qualidade do material, do acabamento e das condições de uso, até mesmo estruturas metálicas podem sofrer desgaste com o tempo.
Por isso, a escolha do material precisa considerar não apenas a imagem de robustez, mas também a viabilidade econômica e o desempenho na rotina real de limpeza e operação.
Onde a CAPTOR® leva vantagem
No mercado, ainda existem armadilhas fabricadas em aço galvanizado com pintura epóxi, além de modelos com carcaças em polipropileno (PP) ou poliestireno (PSAI). Embora sejam soluções conhecidas, esses materiais tendem a apresentar limitações.
Estruturas metálicas pintadas podem sofrer riscos, amassados e desgaste do revestimento, especialmente em ambientes úmidos ou submetidos a limpezas frequentes. Já materiais como PP e PSAI costumam ser menos resistentes, mais sensíveis a produtos de limpeza e mais propensos a riscos, deformações, ressecamento e amarelamento com o passar do tempo.
Nesse cenário, o uso de ABS/PC na linha CAPTOR® representa uma escolha mais robusta e durável para quem busca desempenho técnico com melhor conservação do equipamento.
Mais do que capturar: manter o padrão do ambiente
A CAPTOR® não se destaca apenas por sua tecnologia de sucção, mas também por sua construção adequada a ambientes profissionais. Seu material atende às exigências de uma operação que precisa conciliar higiene, resistência e praticidade.
Isso significa uma armadilha luminosa para insetos voadores por sucção que não enferruja, é fácil de limpar e desinfetar, resiste bem ao uso e contribui para uma manutenção mais simples. Em comparação com armadilhas fabricadas em aço galvanizado, PP ou PSAI, trata-se de uma solução superior em durabilidade e estabilidade de desempenho.
Conclusão
Em ambientes onde a higiene é prioridade, o material do equipamento não pode ser tratado como detalhe. A escolha certa ajuda a reduzir manutenção, preservar a aparência do produto e sustentar uma operação mais segura e eficiente.
A armadilha luminosa CAPTOR® atende a esses requisitos ao combinar tecnologia de captura por sucção com uma estrutura em plástico de engenharia ABS/PC, que oferece resistência, praticidade e excelente desempenho no dia a dia. Para empresas que buscam um controle profissional de insetos voadores, essa é uma vantagem concreta.
Referências:
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução-RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Brasília, DF: ANVISA, 2004. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2004/res0216_15_09_2004.html. Acesso em: 30 mar. 2026.


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