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Pernilongos na hospitalidade: o que seu hotel ou restaurante precisa entender e controlar

03/05/2026

Pernilongos na hospitalidade: o que seu hotel ou restaurante precisa entender e controlar

Poucas situações são tão capazes de comprometer a experiência de um hóspede quanto o zumbido de um pernilongo durante o jantar ou no quarto à noite. Na indústria da hospitalidade, que vive de percepção, conforto e reputação, o controle desses insetos não é um detalhe operacional. É estratégia de marca.

Pernilongos, também chamados de muriçocas, pertencem à família Culicidae. Entre as espécies mais relevantes no Brasil estão o Culex quinquefasciatus, muito comum em áreas urbanas, e o Aedes aegypti, conhecido por transmitir dengue, zika e chikungunya. Apenas as fêmeas picam, pois precisam de sangue para maturar seus ovos. E é exatamente aí que ambientes como hotéis, resorts e restaurantes se tornam extremamente atrativos: onde há pessoas, há emissão de calor, suor e dióxido de carbono: os principais “sinais” que guiam esses insetos.

O ciclo de vida do pernilongo é surpreendentemente rápido. Ele passa por quatro fases (ovo, larva, pupa e adulto), sendo que as três primeiras ocorrem na água. Em condições favoráveis de temperatura, o ciclo completo pode levar apenas sete a dez dias. Isso significa que uma pequena área com acúmulo de água (uma calha, um ralo pouco utilizado, um vaso ornamental ou um ponto de irrigação) pode se transformar em foco de proliferação em questão de dias.

 

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